Marília Arraes cobra retomada da Transnordestina após medida do TCU

Marília Arraes critica decisão do TCU que suspendeu novos compromissos financeiros da Transnordestina e cobra rapidez para retomada das obras em Pernambuco

A pré-candidata ao Senado Marília Arraes criticou a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que suspendeu novos compromissos financeiros para a retomada das obras da Transnordestina no trecho entre Salgueiro e o Porto de Suape. O órgão apontou falhas no planejamento e questionamentos sobre a viabilidade do empreendimento.

Segundo Marília, Pernambuco enfrenta impactos econômicos devido aos sucessivos atrasos e suspensão da ferrovia, considerada estratégica para o transporte de cargas e integração logística do Nordeste. A pré-candidata afirmou que a paralisação compromete oportunidades de desenvolvimento no estado.

“A Transnordestina representa emprego, desenvolvimento e oportunidades para milhares de pernambucanos. Não estamos falando apenas de infraestrutura, mas de futuro para o nosso estado”, declarou, ao citar a defesa histórica do projeto pelo ex-governador Miguel Arraes.

Marília defende ferrovia desde 2022

Durante a campanha ao Governo de Pernambuco em 2022, Marília Arraes defendeu a conclusão do ramal ferroviário como medida para ampliar a competitividade econômica estadual. Em 2023, voltou a se posicionar favoravelmente à retomada do empreendimento em reuniões e articulações políticas realizadas em Pernambuco e em Brasília.

A ferrovia é apontada por setores produtivos como infraestrutura capaz de reduzir custos logísticos para escoamento de grãos, minérios e produtos industriais, além de ampliar a conexão entre áreas produtoras do interior nordestino e portos da região.

Diante da decisão do TCU, Marília afirmou que o Governo Federal deve apresentar com rapidez os estudos complementares exigidos pelo tribunal para viabilizar a continuidade do projeto.

“O povo pernambucano já esperou demais. Pernambuco não pode perder mais tempo enquanto outros estados avançam em infraestrutura e logística. Precisamos de união e agilidade para fazer essa obra sair do papel definitivamente”, concluiu.

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SOBRE O EDITOR
Márcio Didier

Márcio Didier é jornalista, formado pela Universidade Católica de Pernambuco, com passagens pelo Jornal do Comércio, Blog da Folha e assessoria de comunicação

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