A Federação Psol/Rede reuniu, no Recife, dirigentes nacionais e lideranças estaduais dos dois partidos para discutir a consolidação da aliança política em Pernambuco e o cenário eleitoral de 2026. O encontro contou com a participação da presidente nacional do Psol, Paula Coradi, do porta-voz nacional da Rede Sustentabilidade, Paulo Lamac, e do deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE).
Durante a reunião, a federação reafirmou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e iniciou debates sobre a formação de chapas majoritárias no Estado. Participaram os pré-candidatos ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (Psol) e Alfredo Gomes (Rede), além do pré-candidato ao Senado Paulo Rubem Santiago (Rede).
Também estiveram presentes o presidente estadual do Psol em Pernambuco, Samuel Herculano, e o presidente da Federação Psol/Rede no Estado, Jerônimo Galvão. O nome da vereadora do Recife Jô Cavalcanti (Psol) foi citado durante o encontro como opção em discussão para a disputa ao Senado Federal.
Articulação política Psol/Rede
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, Ivan Moraes, afirmou que o diálogo entre os partidos busca consolidar uma frente política no campo progressista. “O bom diálogo está colocado. Vamos seguir conversando para apresentar a Pernambuco uma chapa competitiva e um programa de vanguarda para nosso estado”, declarou.
O reitor da Universidade Federal de Pernambuco e pré-candidato ao Governo, Alfredo Gomes, avaliou o encontro como etapa de construção programática conjunta. “Temos o entendimento de que esse diálogo deve continuar e estamos construindo um projeto consistente de desenvolvimento e mudança para Pernambuco.”
Já o pré-candidato ao Senado, Paulo Rubem Santiago, destacou o peso institucional da participação das direções nacionais. “A presença das direções nacionais do Psol e da Rede em Pernambuco fortalece a federação e consolida essa construção conjunta da estratégia para 2026”, afirmou.
Organização para 2026
A federação partidária — mecanismo previsto na legislação eleitoral que permite atuação conjunta de partidos por, no mínimo, quatro anos — vem sendo utilizada por siglas com afinidade programática para ampliar tempo de atuação política e coordenação eleitoral.
Segundo dirigentes presentes, a agenda inclui a elaboração de propostas comuns para Pernambuco, definição de prioridades regionais e continuidade das negociações sobre composição das chapas majoritária e proporcional para as eleições de 2026.
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