Instituto Casa Fazer o Bem recebe máquinas viabilizadas por Pedro Campos

A entrega de 10 máquinas industriais de costura ao Instituto Casa Fazer o Bem, em Camaragibe, amplia a capacidade de formação profissional e atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade social no município. A ação foi realizada pelo deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) e viabilizada por meio de emenda parlamentar executada junto à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).


O conjunto de equipamentos inclui máquinas de costura reta, overloque, galoneira e máquina de corte. Esses modelos são utilizados na produção profissional de roupas e permitem maior produtividade, acabamento técnico e possibilidade de geração de renda com padrão comercial, segundo profissionais da área de confecção.


Presidido por Adriana Farias, o Instituto Casa Fazer o Bem prevê como primeira ação a formação de mais de 100 mulheres em cursos de corte e costura, ampliando o alcance do projeto social e a oferta de qualificação profissional no município da Região Metropolitana do Recife.


Formação profissional e mercado de trabalho
Viabilizadas por emenda parlamentar destinada à Codevasf, as máquinas passam a integrar a estrutura permanente do instituto.

“Como deputado federal tenho a missão de estar próximo das pessoas. O trabalho que vocês fazem aqui é muito importante. A profissionalização de mulheres promove liberdade e autonomia para ser e fazer o que quiser. Eu fico feliz em fazer entrega, mas mais feliz ainda em poder ver as máquinas trabalhando e transformando a vida das pessoas”, afirmou o parlamentar.


A coordenadora pedagógica Danúbia Oliveira, 39 anos, foi selecionada para participar das turmas e relatou o impacto da oportunidade. “Quero aproveitar a oportunidade para complementar a renda. Eu sei que quando a gente faz com gosto e paixão, acaba sendo fácil usar o aprendizado como uma renda extra. Nenhum conhecimento é desperdiçado”, disse.


A formação será conduzida pela professora Laísa Silva, 28 anos, neta e filha de costureira. “Aprendi dentro de casa. Já dei aula e é muito interessante ver que aqui as alunas vão começar a aprender com máquinas industriais. Ter máquina de qualidade aqui, vai fazer com que elas percam o medo e ganhem muito conhecimento com qualidade”, afirmou.


Dados do IBGE indicam que o setor de confecção e vestuário concentra milhares de pequenos negócios no Nordeste e apresenta forte presença feminina, especialmente em atividades de produção domiciliar e microempreendedorismo. Informações do Sebrae apontam que a qualificação técnica e o acesso a equipamentos adequados estão entre os principais fatores para aumento da renda e formalização de empreendimentos nesse segmento.

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SOBRE O EDITOR
Márcio Didier

Márcio Didier é jornalista, formado pela Universidade Católica de Pernambuco, com passagens pelo Jornal do Comércio, Blog da Folha e assessoria de comunicação

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