O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, reuniu-se com o prefeito de Vitória de Santo Antão, Paulo Roberto, o vice-prefeito Edmo Neves e a deputada federal Iza Arruda para discutir a estruturação de um novo polo industrial no município. A agenda incluiu avaliação de áreas disponíveis, logística e estratégias de atração de investimentos.
O encontro concentrou-se na proposta de utilizar o novo traçado do Arco Metropolitano como vetor para a instalação de empreendimentos industriais e logísticos. O Arco Metropolitano é uma rodovia projetada para desviar o tráfego pesado da Região Metropolitana do Recife e encurtar distâncias entre o litoral e o interior, reduzindo custos de transporte.
Vitória de Santo Antão é apontada pelos gestores como ponto de conexão entre a Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata, com presença consolidada de indústrias de alimentos e bebidas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a indústria responde por parcela relevante do Produto Interno Bruto (PIB) municipal, colocando o município entre os principais polos industriais do interior de Pernambuco.
Silvio destaca desenvolvimento
“Aqui temos grandes indústrias como Pitú, Mondelez, entre outras que contribui muito para nossa economia, gerando emprego e renda. Com o projeto de novo polo industrial que está sendo pensado, a cidade se desenvolverá ainda mais”, disse Costa Filho.
“Vitória de Santo Antão vive um novo momento de crescimento e consolidação econômica. Somos hoje o principal portal do interior da Região Metropolitana, com uma posição estratégica que conecta todas as regiões de Pernambuco. Esse diferencial logístico, aliado a um ambiente favorável aos negócios, fez com que o nosso PIB crescesse acima da média nacional, reforçando o município como um polo econômico cada vez mais forte, atrativo para investimentos e gerador de oportunidades para a nossa população,” complementou o prefeito Paulo Roberto.
A proposta debatida inclui articulação com órgãos federais e estaduais para viabilizar infraestrutura viária, energia e serviços essenciais, considerados fatores determinantes para a atração de novas plantas industriais. Técnicos das gestões municipal e federal devem consolidar estudos nas próximas etapas.
Foto: Wesley D’Almeida/Divulgação
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