A governadora Raquel Lyra autorizou o aumento do limite de repasse do Programa Investe Escola para até R$ 300 milhões em 2026. O valor representa acréscimo de R$ 100 milhões em relação a 2025, quando o teto foi fixado em até R$ 200 milhões. A medida foi oficializada em decreto publicado no Diário Oficial do Estado.
Os recursos são destinados a unidades da rede estadual de ensino aptas a receber os valores e serão liberados em parcelas ao longo do ano. O objetivo é financiar ações de infraestrutura e atividades pedagógicas diretamente nas escolas.
“Ampliamos o investimento no Investe Escola para até R$ 300 milhões em 2026. O programa garante que esse recurso chegue direto às unidades, dando mais autonomia para que os gestores façam as melhorias necessárias no dia a dia. É assim que a gente fortalece a educação: investindo onde precisa e criando as condições para que nossos jovens tenham um futuro melhor”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Recursos do Investe Escola
Os valores poderão ser aplicados na aquisição de materiais para aulas práticas e laboratoriais, compra de itens permanentes e de consumo, além de serviços de manutenção da infraestrutura, como pintura e capinação.
Secretário de Educação, Gilson Monteiro destacou o impacto do programa Investe Escola na gestão escolar. “O programa garante mais autonomia, incentivo e capacidade de planejamento para os gestores, que passam a ter melhores condições de atender às necessidades específicas de suas unidades, promovendo melhorias estruturais e oferecendo mais conforto para estudantes, professores e toda a comunidade escolar. Esse apoio se soma às ações da própria Secretaria de Educação, que já atua na manutenção, reforma e requalificação das escolas”, explicou.
Execução e critérios
Os repasses incluem iniciativas como o Investe Tec, voltado à aquisição de equipamentos tecnológicos para Escolas Técnicas Estaduais, e o Projeto de Incentivo às Bandas e Fanfarras de Pernambuco.
A transferência dos recursos é realizada por meio do InvestCard, cartão pré-pago adotado em 2024 para execução descentralizada dos valores. Para acessar os recursos, as escolas precisam possuir Unidade Executora Própria (UEx) formalizada e estar adimplentes na prestação de contas.
Cada unidade deve elaborar um Plano de Aplicação Financeira (PAF), documento que define como os recursos serão utilizados, garantindo controle e transparência na execução.
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