Em cima do palco ou longe dos holofotes, muitos detalhes chamaram atenção durante o evento do PSB
- Não havia outro comentário nos bastidores que não a ausência do ex-governador Paulo Câmara; do ex-candidato ao Governo Danilo Cabral; do ex-prefeito Geraldo Julio; dos ex-deputados Milton Coelho e Nilton Mota. Vai ver que eles acharam que não daria tempo de ir para Gravatá e voltar a tempo para comemorar o Dia dos Pais, no dia seguinte, né?
- O evento foi muito longo e acabou ficando muito cansativo. Quando João Campos e Geraldo Alckmin foram discursar, por volta das 13h30, os presentes davam a impressão que só estavam com a cabeça no almoço.
- Momento marcante durante o evento do PSB em Gravatá ocorreu no início da fala da ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos. Antes de continuar o seu discurso, ela lembrou do socialista Pedro Mendes, que morreu no mês passado, sendo muito aplaudida. Apenas ela, do PCdoB, citou Pedro, que era muito querido por todos do PSB.
- Ao apresentar Geraldo Alckmin, o mestre de cerimônia Antônio Marinho externou que no passado teve restrições a ele e quis fazer uma apresentação mais descontraída, relacionando algumas vezes o ex-presidente a chuchu (o apelido Picolé de Chuchu foi colocado pelo jornalista José Simão, durante a campanha de 2002, para dizer que Alckimin não empolgava como candidato). Mas quem não empolgou o público foi Marinho. O povo não gostou das piadas sem sal.
- Presente ao seminário, o ex-prefeito de Paulista Junior Matuto disse que já colocou o bloco na rua para tentar voltar à Prefeitura. Lembrando que, quando foi eleito pela primeira vez, Matuto era candidato de Yves Ribeiro, então prefeito e que foi escondido durante toda a campanha.